O Desemprego e a Pandemia: Como se reinventar

Em 2020 tivemos a pandemia, que teve início, ainda em dezembro de 2019, na China, e se espalhou para todo o mundo. O que levou, escolas, escritórios, fábricas e outros serviços a recorrer ao uso de novas tecnologias para continuar com seu funcionamento.


Mas, e quanto àquelas empresas mais tradicionais? Será que conseguiram se reinventar, indo para o meio digital? Na sequência desse artigo você verá as consequências da pandemia para o emprego, como as empresas que se reinventaram, e, ainda, quais são as tendências para o próximo ano.


Desemprego e pandemia


Para que uma empresa tenha um bom aproveitamento no home-office, é necessário que seus funcionários tenham boas estruturas de ‘internet’ e outros equipamentos. Assim, as empresas que não forneciam esse auxílio aos funcionários tiveram que demitir seu quadro de profissionais, para realizar a redução de custos.

Além disso, fábricas e outros serviços que não tinham condições de realizar home-office, demitiram funcionários que eram do grupo de risco (pessoas enfermas e/ou idosas).

Nesse cenário, muitas pessoas (inclusive a empresa) foram prejudicadas, mesmo que no ato da demissão, tenha sido prometido abrir, futuramente, algum processo de seleção, e mesmo que cumprissem com a promessa de que os funcionários demitidos estariam em vantagem no cadastramento.

Nesse cenário epidêmico, enquanto algumas empresas tiveram que parar suas atividades, outras continuaram a atuar; é o caso dos setores de serviços considerados essenciais: supermercados, farmácias e fábricas de produção essenciais.

Por fim, muitos dos que perderam seus empregos, passaram a trabalhar de forma autônoma, alavancando suas carreiras. Foi ocaso das profissões: redatores e revisores, social media, web designer, entre outras profissões que foram essenciais para o funcionamento, estão os deliverys e as lojas virtuais.

Como as empresas se reinventaram?


O home-office foi muito utilizado nos picos da pandemia, porém, como muitos perceberam, não é fácil conciliar o cuidado com os filhos, desempenhar as funções da casa, e ainda ter que trabalhar remotamente. Além disso, o acesso à Internet não estava sendo garantido para muitos trabalhadores, e por conta disso, apenas grandes empresas usaram o home-office.

Aliás, os setores administrativos foram os que mais usufruíram desse estilo de serviço. Fazendo lives de acompanhamento semanal ou até mesmo diariamente.

Além disso, setores de comidas e bebidas precisaram se adequar ao meio virtual, passando a usar deliverys e do sistema de vendas on-line, aumentando, portanto, o uso desse sistema por parte da população.


O IFood, por exemplo, promoveu uma campanha de entregas na porta de casa, sem precisar que a pessoa fosse receber o pedido, do entregador, no portão. Pequenos negócios também foram impactados, precisando se reinventar. E hoje podemos dizer que esses foram os que mais lucraram, pois, foram capazes de utilizar a tecnologia ao seu favor, enquanto muitas das grandes empresas não conseguiram fazer isso com sucesso.

Definitivamente esse foi um período de renovação no setor comercial (inclusive para os pequenos comerciantes, com o uso de novas tecnologias de venda).

Quais as tendências para o próximo ano?


Como ressaltado no fim do primeiro tópico, quando falamos sobre tendência, ‘os profissionais autônomos prometem ser uma tendência para o próximo ano’.

Serviços como redação e revisão de textos para web prometem ser essenciais a partir do ano que vem, já que muitas lojas e restaurantes viram no delivery uma fonte de renda muito grande e, perceberam, que precisam cativar seu público nas redes sociais e Internet.

A Netflix, em seu perfil do Twitter, é um ótimo exemplo do uso das redes sociais para cativar o cliente.

Além disso, web designers e copywriters serão necessários para a construção do site e da carta de vendas dos mais variados sites. Mas, pode não ser assim, já que a maior parte das pessoas hoje em dia, procuram informações na Internet.

Os pequenos negócios também tendem a ser mais valorizados no próximo ano, pois eles descobriram como fazer o uso correto das redes sociais, e como usar isso ao seu favor.

Então, antes de procurar um emprego, você pode pensar na hipótese de ser um profissional autônomo, abrindo seu próprio negócio, fica a dica.

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